no claro da noite
no escuro do dia
tu és meu amante
e também minha alegria,

na frieza do sol
na quentura da lua
tu és meu farol
e eu sou tua,

na visão do invisível
na crença do impossível
tu és meu amor
não sinto mais dor,

na impercebência da vida
na tristeza hoje falecida
eu te amo sempre
e nada há que mude.
Cláudia Cassoma, ou Laudy como prefere ser chamada é uma Jovem Angolana apaixonada pela arte de escrever, expressando em sua poesia suas mais intimas ideias e inquietações sobre a realidade que a rodeia. Seu primeiro encontro com a arte de escrever debuta desde os seus 9 anos e foi amadurecendo com ela até "Amores que nunca vivi".