A morte não me quer perdoar
e cada vez mais, está a me levar
então deixa-me aproveitar
esta oportunidade que a vida me está a dar,

Deixa-me olhar para ti mais uma vez
deixe-me pensar no quão feliz você me fez
Deixa-me falar as últimas palavras
deixa-me reconhecer que sei o quanto me amavas,

Permita-me dar o último abraço
pois quando morrer estarei mais duro que o aço
permita-me dar o último beijo
pois só o escuro em mim agora vejo,

Se for para ir embora
se realmente chegou a hora
deixa-me mostrar que sempre te amei
mesmo quando não falei...
Cláudia Cassoma, ou Laudy como prefere ser chamada é uma Jovem Angolana apaixonada pela arte de escrever, expressando em sua poesia suas mais intimas ideias e inquietações sobre a realidade que a rodeia. Seu primeiro encontro com a arte de escrever debuta desde os seus 9 anos e foi amadurecendo com ela até "Amores que nunca vivi".