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Por muito, as mulheres se viram através dos olhos dos “outros” e foram definidas em termos de como se diferiam destes e não como um ser ímpar e completo por si só. Até então, elas vêm arrostando todos os reptos e reivindicando a identidade que lhes é inerente. Vale reconhecer que, alguma coisa já mudou, porém, ainda estamos muito longe de uma mudança absoluta ou, pelo menos, tolerável. Actualmente, mulheres, por todas as partes deste vasto e diversificado mundo, enfrentam uma série de problemas que afectam negativamente esse processo de reivindicação e reinvenção. Venturosamente, são estas mesmas questões que nos impelem a redobrar esforços para a uniformidade dos géneros e que inspiraram a criação de AHETU (mulheres). 

Finalmente, a integração da mulher no processo de desenvolvimento já é algo que se discute com alguma frequência. Não só se vê a mulher como essencial como ela mesma agora se vê nesses termos. Tudo isso é apenas uma porção do que precisa ser feito e poucos passos do que se precisa alcançar.

A colecção MULHERES foi criada para ser um difusor efectivo. 

 
 

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VOL. I • MARÇO 2018