Foto por: Nickel Mckenzie 

Cláudia Cassoma, artista desde tenra idade, galgando em passos estóicos e compensadores com presença marcada no mercado artístico nacional e internacional. Eterna aprendiz, amante das letras, dos menores e inata filantropa. Vive crendo que "o voluntário ajuda quem precisa, contribuindo para um mundo mais justo e mais solidário" e dedica-se, incansavelmente, ao serviço social.   

Aos 21 de Janeiro de 2013, Amores que nunca vivi, seu primeiro livro, foi publicado pela editora Norte-Americana, Trafford Publishing, expondo-o na Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos da América e em várias lojas virtuais.

Em 2014, Cláudia tornou-se mentora do Big Brother Big Sisters of America depois de estagiar para o director executivo da organização em Maryland. Formou-se em liderança e hoje possui quatro diplomas na área. Na instituição de ensino superior que frequentou, criou o clube de poesia que eventualmente garantiu-lhe lugar na mesa de jurados do concurso de declamação de poesia apresentado pela poetisa norte-americana de renome, Holly Bass. Em Maio de 2014, o seu primeiro poema em Inglês foi publicado no Jornal Literário da mesma instituição e por indicação de um professor norte-americano, apreciador do seu trabalho, em 2015, foi convidada a participar no The Sligo Journal, outro jornal literário.

7 de Maio de 2014 foi marcado pela recepção do seu primeiro prêmio atinente ao seu serviço social. Cláudia recebeu o "Individual Spirit of Service Award". Em menos de seis meses, Cláudia tomou posse da sua primeira"Spirit of Service Medallion", medalha equivalente a presidencial norte americana outorgada pelo cumprimento de mais de cem horas de serviço social. No ano seguinte recebeu a segunda. Aos 26 de Março de 2015 recebeu "The Gustavus D. Griffin Award", bolsa de estudo interna do Programa de estudos sobre mulheres e gênero. 

Nos finais de 2015, três poemas de sua autoria foram escolhidos a participar na antologia de poetas africanos intitulada Best New African Poets 2015 Anthology. Desde então, na primeira edição da coletânea editada pelo Zimbabuano Tendai Mwanaka e o Angolano Daniel da Purificação, os poemas "Eu vou voltarAmor a Retalho, e Panties & Pots" foram publicados. 

Aos 23 de Julho de 2016, o Prémio Maria José Maldonado de Literatura foi-lhe passado às mãos pela Academia Volta-redondense de Letras na categoria poesia tendo na  “Antologia de Textos Premiados” o poema "Sei dela como jamais". Ainda no ano de 2016, Cláudia Cassoma exerceu a função de redatora e ocupou a cadeira de coordenadora técnica da Revista Palavra & Arte. Tornou-se, de seguida, parte do conselho editorial da Revista InComunidade.

Aos 17 de Novembro, deu início ao projecto de organização de eventos de empoderamento feminino nos Estados Unidos da América. A linha de eventos foi criada focando-se na sua paixão pelos lenços e nos Princípios de Empoderamento das Mulheres estabelecido pelas Nações Unidas.

2017 começou com a publicação de dois poemas de sua autoria na primeira edição do ano da revista internacional The Wagon Magazine numa edição dedicado aos artísticas africanos. Aos 14 de fevereiro do mesmo ano, ela foi destacada como uma das vencedoras do Concurso Artístico Teixeira de Pascoaes. Menos de um mês depois, aos 8 de Março, Cláudia foi também galardoado no 6º Concurso Literário de Itaporanga recebendo um certificado e uma medalha de participação por constar na lista dos dez primeiros colocados. 

Relacionando com o seu trabalho na área de liderança, no dia 26 de Abril, Cláudia foi nomeada por colegas e professores da faculdade para o Prémio Líder Emergente.