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escrever é minha vida, ler te fará viver

Cláudia vê-se na complexidade de artista, e por tal se abstém de se definir no singular. É de nacionalidade angolana; nasceu em Luanda em 1993. É académica de Pedagogia com Ênfase em Educação Especial e vive mergulhada na arte de escrever desde tenra idade. Hoje, vai vogando com braços fortes por mares revoltos, porém, compensadores, marcando presença no mercado artístico nacional (angolano) e internacional. Tendo explorado por muito tempo uma variedade de géneros, em 2013, Cláudia Cassoma estreou-se no mundo literário com a publicação do poemário "Amores que nunca vivi" sob chancela da editora norte-americana "Trafford Publishing". Actualmente ela tem quatro obras literárias publicadas e as mesmas encontram-se registadas na biblioteca do congresso norte-americano.      

No seu repertório literário, além do número de publicações supracitado, Cláudia tem trabalhos publicados em periódicos internacionais, incluindo: The Red Jacket (E.U.A., 2014), The Sligo Jornal (E.U.A., 2015), Antologia dos Melhores "Novos" Poetas Africanos (Camarões, 2015-16), Antologia de Textos Premiados da AVL (Brasil, 2016), The Wagon Magazine (Índia, 2017), Teixeira de Pascoaes Vol.III — Pensamento e Missão (Portugal, 2017), Antologia do Concurso Literário de Itaporanga (Brasil, 2017) e The Best Emerging Poets Series (E.U.A, 2018). Cláudia revela-se um íman de prémios e condecorações, atraindo prémios literários como o Maria José Maldonado de Literatura (Brasil, 2016), o de participação no Concurso Artístico Teixeira de Pascoaes (Portugal, 2017), e o de participação no 6º Concurso Literário de Itaporanga (Brasil, 2017). Por conta do seu trabalho na área de liderança, Cláudia foi nomeada para o prémio "Líder Emergente" como testemunho da admiração de colegas e professores pelo seu trabalho na área. Isso ao mesmo tempo que recebia a sua terceira medalha e o quarto certificado pela sua aplicação no trabalho social. 

          A mulher e pessoa em Cláudia Cassoma também desagua seus interesses, de forma incansável, nos serviços sociais, rendendo-lhe um número de certificados e medalhas incluindo dois Certificados de Cidadão Diplomata outorgados pela Universidade do Distrito de Columbia em Washington D.C. Por isso e mais, ela sentiu-se inspirada a aderir, de uma forma mais enredada, ao terceiro sector fundando a SmallPrints: uma organização com a intenção de participar activamente na formação de uma sociedade justa e responsável pelo êxito da criança. Fazendo jus às suas certificações em liderança, na universidade, usou o seu gosto por lenços para criar e liderar eventos baseados nos princípios de empoderamento feminino estabelecidos pela Organização das Nações Unidas. 

         No início de 2018, Cláudia participou de uma formação de historiadores oferecida pela D.C. Oral History Collaborative, com a colaboração da Humanities D.C. e da D.C. Public Libraries e, como participante da mesma, adquiriu tanto certificação quanto habilidades para praticar, com eficiência, a história oral. No mesmo ano, participou das celebrações do Dia da Língua Portuguesa e da Cultura na CPLP que tiveram lugar na embaixada do Brasil em Washington D.C. Como painelista ela abordou sobre as "Vozes Femininas na Literatura de Língua Portuguesa". No mesmo ano, participou do álbum antes da monção, segundo trabalho discográfico do grupo musical português, SENZA, com o poema "ÉDEN" que fez a música "RISHIKESH". 

          Embora a literatura esteja na essência da sua identidade artística, o talento e o potencial de Cláudia distribuem-se na grande paixão por crianças, no serviço social, no activismo e noutras expressões artísticas.

          Auspiciosa, Cláudia segue caminhos que vão desde a arte da representação gráfica da linguagem aos que aproximam o mundo à sua metamorfose.